Religious Icon in the Tense Dimension of the Sacred Space of the Temple: Analysis of Our Lady of Perpetual Help
DOI:
https://doi.org/10.35494/topsem.2026.2.56.931Keywords:
discursive semiotics, religious discourse, Marian discourse, semiotic dimensionsAbstract
Although Hammad (1984; 2005) and Blanco (2008) have contributed to discussions regarding the dimension of space in semiotics, little has been demonstrated about how this relates to the meaning and dimensions of pictorial texts within sacred space, specifically. This article, therefore, aims to present general premises about the tense dimension of temple space in communion with religious images in this same space. To this end, we selected the case of the religious icon of Our Lady of Perpetual Help, in the State Sanctuary of the same name, located in the city of Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brazil. This object was chosen because the icon in question is popular in Brazil and has not been observed according to the parameters of semiotic theory, even in view of its historical and artistic value. As a basis for analysis, we mainly used the precepts of Blanco (2008) and Floch (1985, 2009 [co-authored with Collin]), based on the notion of sacred space of the temple and categories of visual expression, respectively. It was understood that, beyond its own meaning, the icon is accentuated or de-accentuated by the effect of sacredness, based on the criterion of where it is arranged under the gradation of meaning of the sacred space of the temple. In order to contribute to this issue, this article presents how the sacred manifests itself in the icon, which constructs the dimension, or effect of meaning, of transcendence in the object.
Downloads
References
Aguirre, F. J. (1950). Iconografía mariana en el oriente bizantino. Revista de Letras, XI(3), 199-210. https://digibuo.uniovi.es/dspace/
Azevedo, R. R. (2024). A significação de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro: análise semiótica do ícone e das práticas devocionais. Dissertação. [Maestría en Estudos de Linguagens] Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande. https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/9911
Bachelard, G. (2008). A poética do espaço. Traducción de Antonio de Pádua Danesi. Martins Fontes. [En español: Bachelard, G. (2000). La poética del espacio. Traducción de Ernestina de Champourcin. FCE.]
Blanco, D. (2008). El rito de la Misa como práctica significante. Tópicos del Seminario, (20), 43-70.
Burckhardt, T. (2004). A arte sagrada no oriente e no ocidente: princípios e métodos.
Traducción de Eliana Catarina Alves. Attar.
Cassirer, E. (2004). A filosofia das formas simbólicas: segunda parte: O pensamento mítico. Traducción de Cláudia Cavalcanti. Martins Fontes. [En español: Cassirer, E. (1976). Filosofía de las formas simbólicas. FCE.]
Demarchi, G. (2015). Da paixão à ressurreição: uma análise semiótica. [Tesis de Doctorado en Semiótica y Lingüística General] Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.
Dias, G. J. A. C. (2019). A devoção do povo português a Nossa Senhora nos tempos modernos. História: Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto [s. l.] 4, 227-256.
Fiorin, J. L. (2013). A sacralização da política. En O. N. Fulaneti y A. M. Bueno (orgs.),
Linguagem e política: princípios teórico-discursivos (pp. 21-38). Contexto.
Floch, J. M. (1985). Petites mythologies de l’oeil et l'esprit: pour une sémiotique plastique. John Benjamins Publishing.
Floch, J. M. y Collin, J. (2009). Lecture de la Trinité D’Andrei Roublev. Presses Universitaires de France.
Greimas, A. J. (1973). Semântica estrutural: pesquisa e método. Cultrix. Greimas, A. J. y Courtés, J. (2021). Dicionário de Semiótica. Contexto.
Grzywacz, J. (2018). Bem-aventurada: estudo popular sobre Maria, a mãe de Jesus.
Paulus.
Hammad, M. (1984). Rituels sacrés/rituels profanes, usages signifiants de l’espace.
Espace: construction et signification, 215-231.
Hammad, M. (2005). O santuário de Bel em Tadmor-Palmira: ensaio de interpretação semiótica. Galáxia. Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica, (9).
Lassus, J. (1978). Cristandade Clássica e Bizantina. Coleção: O mundo da arte. Editora Expressão e Cultura, Year.
Leloup, J. Y. (2006). O ícone: uma escola do olhar. Traducción de Martha Gouveia da Cruz. Editora UNESP.
Lima, E. S. (2010). O texto e seus entornos: a geração do sentido e os níveis de pertinência na proposta de Jacques Fontanille. Estudos Semióticos, 6(2), 10-17.
Misioneros Redentoristas, M. (1997). Nossa Senhora do Perpétuo Socorro: imagem, favores e templos. Missionários Redentoristas.
Pietroforte, A. V. (2007). Análise do texto visual: a construção da imagem. Contexto.
Rocha, C. V. S. (2005). Maternidade, gênero e religião: a devoção à mãe do Perpétuo Socorro. [Disertación Maestría en Ciencias Humanas] Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia.
Ruiz Moreno, L. (2015). Inmanencia de lo sensible. Tópicos Del Seminario, 1(33), 265-290.
Scomparim, A. F. (2008). A iconografia na Igreja Católica. Paulus.
Shneider, A. (1991). Nossa Senhora do Perpétuo Socorro: História, culto e devoção.
Santuário.
Silva, S. M. R. (2011). Discurso da divulgação religiosa: semiótica e retórica.
[Disertación doctoral] Universidade de São Paulo.
Tamanini, P. A. (2016). O lugar e os ícones na cultura religiosa dos imigrantes ucranianos em Curitiba. Domínios da Imagem, 12(18), 11-28.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License

Tópicos del Seminario is licensed under a Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional License.












